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Fim de Partida

Fim de Partida
TEATRO
20 de agosto a 27 de setembro

Programação

Fim de Partida - TEATRO
TEATRO
20 de agosto a 27 de setembro

Fim de Partida

TEATRO - 20 de agosto a 27 de setembro

Samuel Beckett (1906-1989) escreveu ‘Fim de Partida’ nos anos 1950 sob o impacto da Segunda Guerra Mundial. Neste cenário pós-apocalíptico, ele apresenta os personagens Hamm e Clov, símbolos de um mundo em ruínas físicas e emocionais. Quase sete décadas depois, a peça – infelizmente – ainda dialoga com o atual estado do mundo, o que motivou esta nova montagem brasileira, com Marco Nanini, Guilherme Weber, Helena Ignez e Ary França são dirigidos por Rodrigo Portella em um projeto produzido por Fernando Libonati.

Dramaturgia em Leituras: A Vingança de Afrodite - TEATRO
TEATRO
14 de Setembro

Dramaturgia em Leituras: A Vingança de Afrodite

TEATRO - 14 de Setembro

Entre matches, nudes, pôr do sol no Arpoador e crises de relacionamento, Afrodite revela suas confissões mais íntimas, alternando humor, ironia, erotismo e vulnerabilidade.

Longe de ser uma escultura mutilada, a Afrodite de Acioly é feita de pele e hormônios. Vive a tensão entre o amor romântico e o prazer imediato, desconstrói o mito do macho alfa, assume que toda deusa tem seu dia de lixão e coleciona histórias onde desejo, afeto e liberdade dançam juntos.

O texto, mistura oralidade e narrativa literária, criando um jogo de proximidade com o público -vidente- leitor-ouvinte. É impossível não ser fisgado pela voz dessa Afrodite – franca, ousada e irresistível – que conduz a trama como quem puxa pelo braço para contar a melhor fofoca da mitologia.

Um texto de amores e dissabores de uma carioca da gema.

Entrada GratuitaRetirada de ingressos na bilheteria a partir de 2 horas antes do início do espetáculo

Na Linha do Tempo - 25 anos de Sururu na Roda  - SHOW MUSICAL
SHOW MUSICAL
23 de Setembro

Na Linha do Tempo - 25 anos de Sururu na Roda

SHOW MUSICAL - 23 de Setembro

O Sururu na Roda celebra 25 anos de trajetória com o show Na Linha do Tempo, espetáculo criado a partir do novo álbum do grupo, lançado nas plataformas digitais em 29 de maio de 2026. Com direção musical do álbum assinada por Rildo Hora, o projeto revisita a história do Sururu a partir de um repertório afetivo, popular e profundamente ligado à memória do samba brasileiro.

Mais do que um show comemorativo, Na Linha do Tempo nasce como uma biografia musical. Em vez de apenas olhar para trás, o espetáculo organiza a trajetória do grupo como uma travessia: dos primeiros anos na Lapa carioca ao reconhecimento nacional, das turnês internacionais à maturidade artística da formação atual. O resultado é uma celebração do passado que aponta para uma nova fase. 

Maldita - TEATRO
TEATRO
01 a 03 de outubro

Maldita

TEATRO - 01 a 03 de outubro

Sucesso de público e crítica, indicado aos principais prêmios do teatro carioca, espetáculo é formado por atores da Baixada Fluminense.

Sem medo de ser escrachada e trabalhando um humor que há muito tempo não se via nos palcos cariocas, o espetáculo “Maldita” conquistou a cena teatral do Rio de Janeiro e coleciona indicações ao Prêmio do Humor, de Fábio Porchat, e ao 20º Prêmio APTR. Oriundo da Escola Popular de Teatro da Baixada, do Instituto Cultural Cerne, que foi indicado ao Prêmio Shell pela dedicação à formação e programação cultural contínua em São João de Meriti.

A obra traz à cena um grupo de artistas da periferia que fizeram sua primeira temporada na Zona Sul do Rio de Janeiro, no início de 2025, e já acumula um público de mais de 3.500 espectadores. O espetáculo propõe uma nova leitura das tragédias gregas, como Édipo Rei e Antígona, através de uma lente cheia de ironia. E para deixar tudo ainda mais divertido, a montagem tem suas inspirações no humor do universo drag, prometendo paródias, lipsyncs e diversas referências à cultura pop.

Morra, Amor  - TEATRO
TEATRO
09 de outubro a 29 de novembro

Morra, Amor

TEATRO - 09 de outubro a 29 de novembro

Adaptação da escritora argentina Ariana Harwicz para seu próprio romance homônimo, a obra vem recebendo versões de destaque pelo mundo.

A peça retrata a crise existencial de uma mulher que vive isolada em uma casa de campo no interior da França com o marido e o filho bebê.

Ela enfrenta o estrangulamento da rotina doméstica, a claustrofobia da maternidade recente e a perda de sentido em seu casamento.

"Morra, amor", aclamado romance de estreia da escritora argentina Ariana Harwicz, publicado originalmente em 2012 e adaptado para o teatro pela própria, chega aos palcos brasileiros em espetáculo solo de Mariana Santos com direção de Victor Garcia Peralta e produção de Rodrigo Velloni.

Dramaturgia em Leituras: HARROGATE - TEATRO
TEATRO
19 de outubro

Dramaturgia em Leituras: HARROGATE

TEATRO - 19 de outubro

Entrada GratuitaRetirada de ingressos na bilheteria a partir de 2 horas antes do início do espetáculo

Dramaturgia em Leituras: Marlim Azul (GRATUITO) - TEATRO
TEATRO
30 de novembro

Dramaturgia em Leituras: Marlim Azul (GRATUITO)

TEATRO - 30 de novembro

O texto, escrito por Ruy Borba, investiga o luto, a herança emocional e os conflitos internos de uma família após a morte do patriarca. Com dramaturgia não linear e estética do realismo fantástico, a peça articula humor, poesia e tensão para discutir temas como ancestralidade, liberdade feminina, pertencimento e morte. A presença de um visitante inesperado provoca rupturas profundas, levando os personagens a questionarem os valores que estruturam suas vidas.

Entrada GratuitaRetirada de ingressos na bilheteria a partir de 2 horas antes do início do espetáculo

Os Arcos - Paixão E Morte - Homenagem A Aldir Blanc Com Mariana Baltar E Água De Moringa - TEATRO
TEATRO
10 de novembro

Os Arcos - Paixão E Morte - Homenagem A Aldir Blanc Com Mariana Baltar E Água De Moringa

TEATRO - 10 de novembro

É em julho de 2019 que escrevo este texto sobre “Os Arcos – Paixão e morte”, CD (e também álbum digital, disponível nas plataformas) que concretiza o plano anunciado há cinco anos. Seria compreensível que tanto tempo levasse à realização de um filme, não de um disco. Mas, nos dias brasileiros de hoje, a produção irrepreensível de um trabalho musical idem costuma ser longa e sofrida.

O amor de Mariana pela obra de Aldir Blanc não era passageiro, e ela não desistiu. Nunca percebi, em todos os e-mails recebidos, sinais de renúncia ao projeto. A cantora somou perseverança ao talento.

Sem ambos, “Os Arcos – Paixão e morte” não teria a qualidade que tem. Prova maior de seu empenho foi a localização, feita ao lado de outros participantes do projeto, da música que dá título ao CD. Trata-se de uma suíte composta por João Bosco e Aldir em 1971, quando a parceria estava no início e o violonista ainda vivia em Ouro Preto.

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